Noites Sujas
Minha cabeça anseia por insanidade,
Vadias loucuras de uma noite quente.
Tenho um copo de bebida na mão
E logo outro, e mais outro.
A cada trago no cigarro, sinto o tabaco,
A nicotina, a fumaça me poluindo.
Ando pelas estreitas ruas de São Sebastião,
Acompanhado por meus amigos de copo e de rua,
A noite é um refúgio, onde se encontram as melhores idéias,
A pureza da sujeira, a beleza que assusta.
Quando o mundo dorme, surge uma sociedade,
São bêbados, são loucos, viciados, prostitutas.
As máscaras caem e se levanta o mundo boêmio,
Cheio de graça e desgraça, nutrindo o submundo,
Subversivo e excitante.
São poucas palavras, muitos sussurros e gemidos
De terror ou de tesão.
Uma natureza desconhecida, estapafúrdia.
Uma noite não dormida, um sonho alcoolizado.
edinir cezar
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
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Um comentário:
Porra que poesia do caralho....
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